quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Caminhar na leitura - o meu livro digital

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Sessão 6 e 7 - Caminhar na leitura

imagem sem fonte identificada



































Edição e publicação na Web:
O blogue. Livros digitais

Edição e publicação na Web:
Wikis e Moviemaker



CAMINHAR NA LEITURA É O NOME DO LIVRO DIGITAL QUE PUBLICO E TESTEMUNHA O TRABALHO REALIZADO COMIGO E UMA TURMA, EM PARCERIA COM A BIBLIOTECA ESCOLAR.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Sessão 5 - Contos no regaço... Corações de Histórias




Serviços e ferramentas da web 2.0
Conceito de Biblioteca 2.0


            A Biblioteca da Escola EB 2,3 Carteado Mena está a desenvolver, este ano, vários projetos inovadores, inseridos no Programa de Leitura e Literacia do Agrupamento. Subordinado ao tema integrador do Projeto Educativo, “A Mudança está em mim”, um desses projetos é o da “Contos no Regaço…Corações de histórias” e constitui a designação do projeto anual de leitura com as famílias.
Como professora de Português, correspondi a este desafio e neste espaço pretende-se publicar alguns dos trabalhos produzidos pelos alunos, em família, servindo de portefólio para os mesmos e de meio privilegiado de comunicação com os intervenientes. 
Através desta nova ferramenta, alunos e família poderão interagir, num novo clima de comunidade digital e desenvolver as literacias que envolvem o acesso e uso da informação, num ambiente digital. Acima de tudo, aprender a gostar de ler!








 

Segue um video, produzido por mim, com a apresentação dos trabalhos de alguns alunos e respetivas famílias, no âmbito do projeto "Contos no regaço...Corações de histórias".





Sessão 4 - Passa a Palavra

Conceito de Biblioteca híbrida
Recursos informativos acessíveis a partir da Biblioteca Escolar
Ferramentas e estratégias de pesquisa na Internet




As novidades… As utilidades… A (in)viabilidade…

As leituras efetuadas e a exploração que realizei da ficha de trabalho enviada conduziu-me a uma primeira conclusão: existem muitas terminologias/conceitos associados aos recursos digitais que desconheço e que consequentemente não utilizo, apesar de diariamente aceder à internet que afinal é uma ferramenta de trabalho cujas potencialidades estou longe de dominar…

A noção de repositórios digitais, as diversas tipologias dos recursos, plataformas e dispositivos existentes, a definição de biblioteca híbrida (que conhecia, mas não compreendia integralmente), os operadores booleanos, o significado das abreviaturas com as quais terminam o endereço de uma página… representam para mim, saberes a explorar neste ambiente de informação, dominado pelo poder da tecnologia. E isto deve-se não ao facto de nunca ter ouvido falar delas e até ter breves noções, mas por nunca as ter explorado convenientemente, de forma orientada, nem ter questionado ou refletido acerca da sua existência, fiabilidade e utilidade.
Biblioteca Fernando Campos - Escola EB 2,3 Carteado Mena

Biblioteca Fernando Campos

Em termos concretos e de forma sucinta, no que concerne a utilidade dos recursos informativos apresentados, iniciaria por focalizar-me em três dos repositórios digitais que nunca tinha explorado, sendo que dois deles desconhecia por completo. Dirigi a minha atenção para aqueles que poderão servir, no futuro, como ferramentas de trabalho: Portal das Escolas, Mary Glasgow e Agendaweb, com diversos recursos a aplicar na aprendizagem do inglês e do português. Correspondi, depois, ao desafio de utilizar diferentes motores de busca. Pesquisei acerca do tema: dificuldades de aprendizagem e foi a primeira vez que recorri a um motor de busca que não fosse o Google. No Leme achei interessante: o portal, os conteúdos recentes, as sugestões de viagens, os diretórios, as redes sociais, os destaques, que no meu entender facilitam e direcionam melhor a nossa pesquisa, filtrando o que nos interessa. Na Kidrex, considerei inovador, a aposta na pesquisa feita por crianças e destinada a crianças, o que implica: uma seleção, segurança e proteção da informação para os jovens utilizadores; o Teachertube, mais alargado em termos de público-alvo e ciclos de aprendizagem, é muito diversificado, com vários vídeos de aulas, tutoriais, recursos pedagógicos…tendo apenas como condicionante o domínio do inglês. Os sítios com repositórios de livros digitais não são completamente novidade. Uso várias vezes a Biblioteca de Livros Digitais do PNL e do Instituto Camões. Enquanto professora de português, há sempre a busca de novas estratégias que motivem para a leitura e esta é uma daquelas à qual recorro, não só por ser do agrado dos alunos, mas também porque facilmente se criam numa aula momentos de leitura coletiva, aprazível e sem custos. Desconhecia e adorei: o Catalivros (o conhecimento das obras, bibliografias, as propostas de atividades de promoção da leitura, os diferentes níveis de leitores, os laboratórios, com a apresentação de projetos diversos…), o Projeto Gutenberg, com acesso gratuito a 42.000 livros eletrónicos e Neolivros com a publicação de livros eletrónicos portugueses (os clássicos e os de autores mais recentes). Os dicionários em linha, como ferramenta de pesquisa de significado de vocábulos, são extremamente úteis, para nós, professores de línguas. Nunca tinha acedido ao dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Achei interessante o facto de podermos consultar: o antes e o depois do acordo ortográfico, o dicionário de sinónimos, o dicionário temático, o corretor ortográfico, as variedades do português, a gramática (embora não seja consonante com as atuais novas terminologias…). Na Infopedia explorei, não só as virtualidades da tradução multilingue (21 dicionários, no caso português, com e sem acordo ortográfico), mas também, a enciclopédia com 10 áreas temáticas, o atlas e a gramática. Aprendi, experimentando, novos processos de pesquisar e acedi a portais que não conhecia. Gostei, de um modo especial, da ficha de avaliação dos recursos – prática de extrema valia para aplicar com os nossos alunos, já que e embora o reconhecesse teoricamente, nunca tinha feito uma avaliação de uma pesquisa efetuada. Tomei consciência, em campo, de que muita da informação a que acedemos carece de rigor científico e a sua fiabilidade é muitas vezes questionável. O conhecimento de significado de algumas abreviaturas; o saber selecionar a palavra-chave; partir de pesquisas simples para pesquisas avançadas, autónomas; o saber fazer as referências bibliográficas; questionar as fontes, o autor, a data de criação…, são itens a explorar para que os alunos tenham uma atitude crítica e eticamente responsável, perante o manancial de informação que recebem e acedam a recursos, documentos eletrónicos e de internet, com qualidade, excluindo todo o lixo informativo.  
Biblioteca Fernando Campos
Biblioteca Fernando Campos

E à medida que vou abrindo os meus horizontes, vou ganhando consciência de que, tal como eu, decerto muitos colegas e alunos (para quem a Net é a sua fonte de informação preferencial) estão longe de reconhecer o leque variado de recursos que a Internet nos disponibiliza, de forma tão fácil, acessível e rápida.

Passo, agora, a refletir sobre a viabilidade de trabalhar com estes recursos, tanto em sala de aula, como em contexto de BE. Antes de mais, conhecê-los é essencial para selecionar e localizar os recursos de que necessito e trabalhar com as suas diversas tipologias. As funcionalidades que experimentei têm toda a pertinência de ser utilizadas nas aulas e na BE. Vejamos, as barreiras da sua concretização. Parto da minha experiência para a realidade das bibliotecas e da sala de aula. Desejavelmente, a BE é um espaço multifuncional, híbrido; nuclear para o desenvolvimento cultural e científico. Para cumprir essa missão deve conter um amplo leque de recursos e estar bem organizada, com um acervo de material bibliográfico, não bibliográfico e multimédia, uma variedade de fontes, espaços e coleções reais e virtuais que vão ao encontro das necessidades individuais do estudante. A sala de aula é supostamente o espaço onde também devemos aceder à informação através de recursos informativos digitais e ferramentas de pesquisa diversificadas. O professor, mediador deste processo, deve necessariamente ser desafiado, estar atento e aberto às mudanças, tornar-se orientador da pesquisa dos alunos, investigador e mentor da aprendizagem pela pesquisa, pela localização e seleção de recursos, pela utilização de motores de pesquisa internos e criação de novos métodos de estudo e de trabalho que substituam a autoridade que até há bem pouco tempo atrás detinha o documento escrito e impresso. 
Biblioteca Fernando Campos
Biblioteca Fernando Campos
Na realidade, nas BE estamos ainda longe de corresponder às expetativas associadas ao rápido crescimento tecnológico e ainda não se dispõem de repositórios digitais, por: dificuldades de gestão, tempo, barreiras técnicas, falta de competências tecnológicas (treino), falta de articulação e cooperação entre os vários agentes educativos e pelas dificuldades inerentes à análise, avaliação da qualidade dos recursos, sua atualização e correção (24 horas disponível, existente num número ilimitado, mas cujo tempo de vida é reduzido e instável). A BE é uma mediadora que permite organizar as ferramentas e tornar acessível o mundo fluido/caótico da Net, mas não basta aceder à cadeia de informação, ao equipamento e à tecnologia, o que pode resultar numa aprendizagem nula. Por sua vez, na sala de aula, ainda não se dispõem de recursos informáticos a funcionar em pleno, nem os docentes têm a preparação desejável, a formação exigível, o tempo disponível, salvo exceções, é claro!

Face ao exposto, e apesar das contrariedades, considero que o investimento na formação sobre a atual sociedade de informação é, sem dúvida, a porta de acesso de todos ao novo paradigma educacional.

Sessão 3- Passaportes de leitura




Conhecer a Biblioteca e aprender a utilizá-la
Ambiente físico e virtual, funcionamento e serviços
Ferramentas e estratégias de pesquisa na biblioteca




Nesta sessão criei um instrumento para ajudar os alunos a saber consultar um dicionário de língua portuguesa, na biblioteca da escola.



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